23 de maio de 2013


Customização com contact

3
Olá!!


Durante minha ausência do blog fiz várias artes e vou começar a mostrar para vocês.

Essa customização eu fiz ano passado... estava precisando de uns suportes para expor as esteiras na loja, mas não tinha muita verba... até que olhei para os baldes de impermeabilizantes que usamos na reforma e lembrei de um armário que a Rita do Blog Pinto Mas Não Bordo customizou com o contact Retalhos e achei que o colorido iria cair muito bem nos meus baldes.


Eles estavam dando sopa e eram tão feinhos:




Depois de uma boa limpeza, recortei o adesivo no tamanho do balde e apliquei:





 E aqui todos prontinhos, já ocupando sua nova função de expositor:






Além de economizar, deu uma super colorida no ambiente!! 


Beijos,


Karen

** PS: Esse contact eu só encontrei na Kalunga. *

22 de maio de 2013


Querida Sofia

3
Olá!!

Quanto tempo sem atualizar meu querido blog.... estou há dias com várias idéias de postagens, mas faltava ânimo para postar... até que hoje surgiu uma grande inspiração :) 

Logo cedo ao entrar no facebook (ô vício) me emocionei com um lindo vídeo sobre a história de uma vira lata chamada Sofia:





Além de ser apaixonada por cachorros, coincidentemente ao vídeo, tenho uma vira lata chamada Sofia. Ela corria que nem louca pela rua em frente ao meu trabalho e eu fiquei preocupada, pois daquele jeito ela seria atropelada facilmente... pedi a um colega que a buscasse pra mim e para nossa surpresa ela veio, bem dócil, bem querida e aceitou ser adotada :) À partir daquela tarde, tínhamos uma linda mascote. No final de semana meu filho veio para o trabalho comigo e escolheu o nome : Sofia!!





Apesar de ter sempre alguém para brincar, ela vivia sozinha até a chegada do Caco, um lindo Daschund que pertencia ao meu irmão mais novo, mas que vivia sozinho a maior parte do dia... Foi então que meu pai sugeriu que o Caco viesse morar com Sofia e assim fizemos!!





Eles se deram super bem e passam os dias brincando, aprontando e comendo, eles comem de tudo, umas dragas.... até que veio o primeiro cio da Sofia, e num vacilo nosso, eles cruzaram... Pronto, a família ia aumentar... Sofia ficou barriguda e ainda mais doce... e desde domingo estava quietinha em seu canto, se preparando para a chegada de seus filhotes... todos nós acompanhávamos ansiosos... até que na manhã de hoje demos de cara com a Sofia e seus 5 filhotinhos!! Nasceram enormes e com saúde: 2 fêmeas e 3 machos... Ela não deixa o Caco chegar perto, parece uma leoa de tão braba.




São lindos, lindos!! O difícil vai ser a despedida depois que desmamarem.... precisamos doar todos, pois não dá para ter 7 cachorros por aqui, infelizmente.

E vocês, curtem cachorros?


beijos,


Karen

3 de fevereiro de 2013


Mundo digital

5

 
A cena é comum nos dias de hoje: reuniões sociais e profissionais, nas quais as pessoasficam grande parte do tempo conectadas aos seus telefones móveis.
Quando chegam aos lugares, vão logo depositando à mesa o acessório e a partir daí, fica dividida a atenção. É um olho no ambiente e outro na tela do aparelho.
Parece até que tem um poder magnético, pois as pessoassão capazes de olhar mais para ele do que umas para as outras.
Estando sozinhos, a impressão que se tem é que o referido instrumento é capaz de fazer companhia ao indivíduo, substituindo a presença física de um amigo.
Quando funcionavam simplesmente como telefones não eram tão invasivos, mas hoje o seu uso está muito ampliado. Na ânsia de nos mantermos conectados com o mundo, por vezes, nos esquecemos de quem está ao nosso lado.
Priorizamos a necessidade de receber uma notícia importante, de enviar ou receber alguma mensagem ou fazer consulta para esclarecer dúvidas.
São os novos hábitos sociais.
Infelizmente, eles partem as pessoas ao meio. Metade do indivíduo fica presente e a outra metade fica ligada ao aparelho e a tudo que ele proporciona.
Temos consciência de que todo progresso tecnológico, quando empregado para o bem, traz alegria e conforto à humanidade.
São muitas as facilidades que essa nova tecnologia nos possibilita e abrir mão delas está fora de questão.
A reflexão é no sentido de utilizá-la da forma mais conveniente, com moderação e respeito aos que nos cercam.
É certo que esses aparelhos, que estão facilmente ao nosso alcance, nos trazem informações necessárias. Mas, devemos ter cuidado para que eles não interfiram em momentos fundamentais aos relacionamentos.
Estejamos atentos à forma como temos utilizado esses recursos.
Não deixemos jamais de valorizar a companhia de quem está ao nosso lado, de olhar nos olhos durante um diálogo, de escutar o outro com atenção, de se fazer presente e curtir o momento em que estamos vivendo essa ou aquela situação.
Procuremos não dar maior importância a esses aparelhos, em detrimento da atenção que possamos oferecer a quem está próximo de nós.
Os momentos passam e não voltam. Todos eles são importantes para fortalecer os vínculos afetivos que existem nos relacionamentos.
As mensagens, pesquisas, informações e tudo mais, muitas vezes, podem esperar.
* * *
Qualquer processo de reeducação é sempre mais trabalhoso do que a educação pura e simples, pois implica em deixarmos hábitos enraizados e substituí-los por outros.
Se já nos deixamos levar por esses costumes inadequados, busquemos modificá-los.
Nessa época de tecnologia avançada e de cibernética, trabalhemos em nós mesmos a capacidade de vivenciar integralmente os relacionamentos pessoais.
Busquemos desligarmo-nos do que está distante para valorizarmos e nos ligarmos verdadeiramente em quem está conosco aqui, agora.
Aproveitemos cada minuto com os amores, os afetos. Isso é insubstituível e poderá não se repetir.
Pensemos nisso: o momento é agora, enquanto estão conosco.
 
Crédito: Redação do Momento Espírita.
Em 29.08.2012.

27 de janeiro de 2013


Tato de mãe

2

 
Um menino, com um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.
Encontrou os pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que desconhecia.
À maneira que só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando ser escutado.
Pai, mãe, olha o que escrevi!
Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no aposento quase insuportável.
Ninguém se entendia e todos queriam ser ouvidos.
Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não posso!?
Atirou o papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de lágrimas.
Mais tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaixão, procurou o menino.
Ela carregava na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e condoída.
Filho... Foi você quemescreveu este poema?
O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que sim.
Que coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta! –E abraçou, carinhosamente, a criança.
A partir daquele dia, diz a história desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.
O relato é do próprio autor que conta que, se não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à poesia.
Assim, graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração de Pablo Neruda.
*   *   *
O tato é essa capacidade que temos, ou não, de lidar com situações delicadas.
Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar junto.
Para se ter tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.
A amorosidade também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com amor, com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.
Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.
Assim, olhemos nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.
Nem sempre serão grandes talentos ou gênios.
Porém, um incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma boa autoestima.
Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e responsabilidade.
 
 
Crédito: Redação do Momento Espírita.
Em 27.08.2012.

20 de janeiro de 2013


Oportunidades diárias

0

 
Narra uma lenda chinesa que, às margens de imenso rio, vivia um pescador muito pobre.
Mal o rosto dourado da manhã se abria em sorrisos e as mãos brincalhonas da brisa matinal começavam a espalhar perfumes, ele se levantava e seguia para o rio.
As aves voavam alegres pelos ramos das árvores, em gorjeios maviosos. Mas nada disso animava Vicente, o pescador.
Ele andava lento, depois de se levantar com preguiça. Tomava o café matinal sem prestar atenção ao pão que fora servido, com carinho.
Com má vontade, naquela manhã, como em tantas outras, ele pegou suas redes de pesca, os apetrechos necessários e foi para o barco.
O dia prometia ser maravilhoso. A mãe natureza se esmerava em preparar um detalhe diferente, para que a reprise do dia anterior não fosse total. Um detalhe, afinal, é sempre muito importante.
Mas Vicente nada via. Foi resmungando para o barco. Sentou-se meio a contragosto, sempre reclamando e sentiu alguma coisa no chão. Sem olhar, apalpou com a mão direita. Encontrou uma sacolinha com pedras miúdas.
Distraído, sem ânimo para iniciar o trabalho da pesca, começou a jogar as pequenas pedras no rio, aguardando a chegada do sol.
Jogou uma a uma, divertindo-se com as ondulações que se desenhavam na superfície das águas.
Finalmente, o sol apareceu soberano, rasgando a escuridão da noite, com o seu punhal de luz.
Agora havia calor e muita luminosidade. O novo dia abriu seu manto de belezas para que todos o pudessem apreciar.
Vicente, ao pegar a última pedra, verificou que ela cintilava, refletindo os raios do sol. Examinando melhor, percebeu que se tratava de um diamante, explodindo claridade e beleza.
Levantou-se depressa e sacudiu a sacolinha. Estava vazia. Dando-se conta que jogara no rio uma imensa riqueza, Vicente se pôs a gritar, esbravejar, acusando todas as pessoas e o mundo por sua desgraça.
Sentia-se infeliz e amargurado. Perdera um grande tesouro. Jogara tudo no rio.
E, enquanto gritava e se desesperava, nem se deu conta de que ainda possuía nas mãos a última pedra preciosa.
*   *   *
Se você acordou esta manhã com mais saúde do que doença, você é mais abençoado do que o milhão que não sobreviverá esta semana.
Se você nunca passou pelo perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia de uma tortura, ou as aflições da fome, você está à frente de quinhentos milhões de pessoas no mundo.
Se você tem a ventura de frequentar um templo religioso, de seguir uma religião sem o medo de ser preso, torturado ou morto, você é mais abençoado do que três bilhões de pessoas no mundo.
Se você tem comida na geladeira, roupas no corpo, um telhado sobre a cabeça e um lugar para dormir, você é mais rico do que setenta e cinco por cento das pessoas do mundo.
Por tudo isso, não se esqueça de agradecer a Deus a oportunidade da vida, da saúde, da liberdade e de todas as outras bênçãos de que você desfruta.
 
Crédito: Redação do Momento Espírita, com base no cap. 8, do livro Para sempre em nosso coração, de Maria Anita Rosas Batista, ed. Minas e Em prece, de autoria desconhecida.
Em 22.08.2012.